É muito triste, mas nada ocorre que nos permita crer que algum dia possamos deixar de lado este sombrio vaticínio: “O País do Futuro”.
Elegemos os nossos governantes da maneira mais inconseqüente, visando unicamente interesses pessoais ou corporativistas.
E esses “nossos” homens públicos silenciam as mazelas morais, em nome da “ética” de seus grupelhos ou, então, em defesa do “rabo de palha”. Porém, quando se vêm alijados de seus interesses maiores, vomitam com todo o descaramento, vitupérios e todo o putrefato conteúdo de seu silêncio “ético”, agora morto.
A outra parte do presente e que constituiria, em tese, o futuro; vai, parcialmente, por legado destes mesmos atos, diluindo-se em álcool, evaporando-se em fumaça ou consumindo-se em pó.

 



  
21 de fevereiro de 2001